Concursos da UFJF (MG) foram reabertos e serão realizados

     

Foi anunciado pela Universidade Federal de Juiz de Fora a retomada de dois concursos públicos da instituição. Um dos certames visa à contratação de Professores para o Colégio de Aplicação João XXIII, o outro tem como objetivo a contratação de Professores para o campus da UFJF nessa cidade.

A decisão de continuar com os processos seletivos partiu do Tribunal Regional Federal da 1º Região, desta forma, daqui uns dias a instituição deverá divulgar o edital de retificação com o novo cronograma. A decisão tomada pelo TRF anula completamente a liminar expedida pela Juíza Federal Substituta, pertencente a 2° Vara de Justiça Federal dessa localidade. A Juíza Alcioni Escobar da Costa Alvim, na época, concedeu a liminar porque segundo ela, havia incongruências entre os editais dos certames e a legislação vigente.  

Uma das principais razões pelas quais a Desembargadora Federal Neuza Alves optou pela permissão e incentivou a continuidade do certame foi que os alunos das instituições seriam afetados, já que sem o número de professores necessários, as instituições não poderiam atuar na forma e qualidade previstas. 

Os processos seletivos que foram retomados visam a nomeação de 34 novos Professores para o campus de Juiz de Fora e outros 5 para o Colégio de Aplicação João XXIII. Segundo o cronograma anterior, a aplicação das provas deveria ocorrer entre os dias 26 de novembro e 15 de dezembro.  

No edital liberado no dia 30 de outubro, anunciavam-se 75 vagas abertas distribuídas entre o Colégio Aplicação e o campus de Juiz de Fora. O valor das remunerações oscilava conforme o grau de titulação dos candidatos, também a quantia paga como remuneração mensal variava conforme a carga horária trabalhada. As inscrições continuaram vigentes até o dia 10 de novembro. O valor a ser pago pelo direito a participar do processo de seleção era de R$ 150. 

Conforme os editais anteriores, o prazo de validade dos concursos era de um ano, podendo ser prorrogados por igual período. 

Por Melina Menezes