Concurso Iphan 2015 poderá ter edital em breve

     

O Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) aguarda autorização para realizar um novo concurso público. A autarquia encaminhou ao Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) um pedido para abertura de 415 vagas de nível médio e superior.

O concurso anterior aconteceu em 2009 e a organizadora foi a Fundação Universo. Na ocasião, foram oferecidas 187 vagas em cargos de nível superior e de nível médio espalhadas por várias cidades do Brasil.

A seleção foi composta por prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório para todos os cargos, e os candidatos aos cargos de nível superior fizeram ainda uma prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, além de passarem por avaliação de títulos e comprovação de experiência profissional, de caráter unicamente classificatório.

Os candidatos tiveram que estudar para disciplinas de Conhecimento Específico, que variaram de acordo com o cargo, e para disciplinas de Conhecimentos Básicos.

Entre as disciplinas de Conhecimentos Básicos, foram cobradas Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Raciocínio Lógico, Fundamentos das atividades relacionadas a gestão do patrimônio cultural e Fundamentos da Administração Pública – Gestão Pública e Fundamentos de Direito Constitucional e Administrativo.

As provas objetivas e discursivas para os cargos de Nível Superior tiveram a duração de 4h30 e as provas objetivas dos cargos de Nível Médio tiveram duração de 4hs.

O prazo de validade do concurso público foi de dois anos contados a partir da data de homologação do resultado final do concurso e poderia ser prorrogado uma única vez.

O Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) é uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Cultura, responsável por preservar, divulgar e fiscalizar os bens culturais brasileiros.

Atualmente, o IPHAN possui 27 Superintendências, uma em cada estado e no Distrito Federal, 27 Escritórios Técnicos e quatro Unidades Especiais: Sítio Roberto Burle Marx, o Paço Imperial e o Centro Nacional do Folclore e Cultura Popular, no Rio de Janeiro, e o Centro Nacional de Arqueologia, no Distrito Federal.

Por Raquel Conrado