Concurso ECT 2014 terá edital em breve

     

A busca da estabilidade profissional tem sido a meta de muitos jovens que saem do ensino médio e ingressam no mercado de trabalho. Uma das formas alcançar esse objetivo é o ingresso na carreira pública através da aprovação em concursos públicos.

A empresa brasileira de correios e telegráfos, ECT, pretende ampliar seu quadro de funcionários por meio da realização de novo concursos público. De acordo com informações fornecidas pela acessoria da empresa, serão oferecidas vagas para nível médio e superior, inclusive com cadastro reserva, e não existe data oficial para a publicação do novo edital.

Há uma grande esperança de que a Empresa de Correios e Telegráfos disponibilize, aproximadamente, 9,9 mil vagas, no entanto, nem todas serão preenchidas exatamente no corrente.

O salário mensal dos novos contratados da empresa deve oscilar de R$ 1.800,00 a R$ 4.600,00 mil reais.

Atualmente, a melhor forma do candidato se preparar é utilizando o programa de matérias que foi cobrado no último certame, em 2011.

De acordo com o edital de 2011, a grade de matérias cobradas nas provas de seleção foram: Língua Portuguesa,  Administração Pública, Informática e Inglês, além de conteúdos específicos.

Na fase seguinte, segunda fase, os candidatos as vagas de  carteiro e operador de triagem e transbordo também devem passar por teste físico.

Como o edital ainda nem foi publicado, segundo especialistas em concursos públicos, o grande segredo para obter aprovação é realizar um planejamento prévio que contenha determinadas metas a serem batidas, ter disciplina para cumpri-las, não perder o foco e, nesse sentido, buscar administrar bem o tempo disponível entre o lazer, trabalho e os estudos.

Além disso, é interessante que o candidato faça cursinhos preparatórios, participe de grupos de estudos para troca de informações, estude de acordo com o último edital publicado em 2011 e observe criteriosamente as provas anteriores, buscando assimilar como cada conteúdo é cobrado nas provas de seleção.

Por Maicon Douglas Rodrigues Arthuso