Concurso Cnen prorroga concurso em vigência

     

A Cnen – Comissão Nacional de Energia Nuclear publicou nova portaria para prorrogação do concurso em vigência. A portaria Nº64 foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) no dia 16 de dezembro e prorroga por mais um semestre o concurso realizado em 2013 para os postos de assistente, analista em Ciência e Tecnologia, técnico e tecnologista de Desenvolvimento Tecnológico.

A prorrogação começa a ser contada a partir de 30 de dezembro, sendo que mais aprovados poderão ser convocados.

A Cnen é vinculada ao Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI) e seu concurso disponibilizou 86 vagas e formou cadastro de reserva para postos que exigiam níveis médio, médio/técnico e superior.

Os salários chegaram a R$ 8.778,16, já incluso o auxílio-alimentação no valor de R$ 373. Os cargos foram para a sede no Rio de Janeiro e nos estados de Pernambuco, Goiás, Bahia, Minas Gerais e São Paulo.

Além da prorrogação, a Cnen planeja a realização de mais um concurso que oferecerá 595 vagas. A solicitação já foi enviada ao Ministério do Planejamento e passa para análise para ser aprovado. Logo após essa aprovação, ainda terá de receber o aval da atual ministra, Miriam Belchior, ou do futuro ministro, Nelson Barbosa.

Ainda não foram informados quais serão as carreiras no novo concurso, contudo, é esperado que sejam as mesmas funções do concurso de 2013, além da adição do cargo de pesquisador (nível superior), não contemplada na ocasião.

A seleção de 2013 contou com provas objetivas, que foram realizadas apenas nos municípios de Rio de Janeiro e São Paulo. Para as funções que exigiram o nível superior, os candidatos ainda foram submetido a avaliação de títulos e prova discursiva aos concorrentes ao cargo de analista em Ciência e Tecnologia.

Na ocasião, a taxa de participação foi de R$ 96 para os cargos com exigência de nível superior e de R$ 50 para os de nível médio. O certame contou com 2.530 inscritos e a empresa que ficou a cargo da seleção foi o Instituto Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan).

Por Ana Rosa Martins Rocha