Concurso ANS 2015 aguarda autorização

     

A expectativa é grande para a aprovação do Orçamento 2015 pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), pois a partir daí será liberado o aval para o concurso da Agência Nacional de Saúde – ANS. A previsão é que sejam oferecidas 102 vagas destinadas aos profissionais de nível médio. A Assessoria de imprensa da ANS afirmou que após o aval, a seleção será realizada ainda este ano.

O pedido foi encaminhado em 2014 e prevê 66 oportunidades para técnico administrativo e 36 para técnico de regulação de saúde suplementar. Atualmente, os salários iniciais estão fixados em R$ 5.418,25 para técnico administrativo e a R$ 5.674,25 para técnico em regulação, acrescidos de auxílio-alimentação de R$ 373. Ao longo do ano, ambos ainda receberão aumento, contudo o percentual não foi divulgado pelo órgão.

Até o momento não foi definida a distribuição das vagas, contudo, é esperado que os aprovados sejam lotados nas unidades de Brasília (DF),  Rio de Janeiro, Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Ribeirão Preto (SP), Belo Horizonte (MG), Cuiabá (MT), Salvador (BA), Recife (PE), Fortaleza (CE) e Belém (PA).

O último concurso da ANS aconteceu em 2013 e ofereceu 81 vagas nas funções de analista e técnico, com exigência do nível superior e médio, respectivamente. A organizadora do certame foi o Cespe/Unb, contratada para elaborar as provas, aplicá-las e divulgar resultados.

Para o cargo de técnico administrativo foram oferecidas 20 chances para as cidades de Belo Horizonte, Cuiabá, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro e Salvador.

Já as três vagas para o posto de técnico de regulação foram destinadas as unidades de Belo Horizonte, Belém e Salvador.

Na ocasião, a prova contou com 120 perguntas e avaliações discursivas para todos os candidatos. As questões eram compostas de conteúdos como conhecimentos básicos, conhecimentos específicos e atualidades. Mais de 38 mil candidatos se inscreveram, sendo que a concorrência geral foi de 478 candidatos por vaga. 

Por Ana Rosa Martins Rocha